quinta-feira, 24 de maio de 2012

De volta a Jesus

Se alguém entende de discipulado é Jesus!
O Seu método de discipulado era simples.
Jesus atraiu para si doze homens, capacitou-os e desencadeou o movimento do evangelho através deles. O fato é que você está lendo isso hoje porque aqueles homens levaram a sério o chamado deles. Jesus não tinha um plano B. Os discípulos era o plano. Ele deixou a mensagem nas mãos dele.
A maioria das pessoas teria feito diferente. A maioria das pessoas teria escolhido outro método para garantir que as pessoas ouvissem sobre o seu sacrifício. Ele, sim, tinha todos os recursos disponíveis. Afinal, era Deus.
Ele poderia ter escolhido transmitir sua morte e ressurreição para o mundo inteiro. Poderia ter pregado bem alto lá dos céus. Poderia ter enviado os anjos a distribuir folhetos pelo cosmos.
Em vez disso, ele simplesmente se derramou nos seus discípulos.
Encontrar-se com Jesus e seus discípulos nos evangelhos nos dá uma ideia do que é um processo simples de discipulado. No Evangelho de Lucas três fases distintas aparecem: chamado, edificação e envio. Essas três fases são sequenciais e foram idealizadas para conduzir os discípulos a níveis maiores de compromisso. (...)
Jesus chamou, edificou e enviou seus discípulos. Ele estratégica e sequencialmente os colocou em posição de caminhar para estágios maiores de compromisso e crescimento.
Envolva-se com esse processo você também! Amém. (texto extraído e adaptado do livro Igreja Simples)

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Manhã da ressurreição

O domingo de Páscoa é domingo de revelação. A angústia crescente acumulada desde o início da perseguição e que culminou no desespero da cruz agora estava começando a materializar-se no coração dos decepcionados como uma depressão profunda, mas Jesus começa a tirar essa dor, um a um, conforme se revelava a eles.
- Mulher, porque você está chorando? Quem é que você está procurando?
Ela pensou que era o jardineiro e por isso respondeu: - se o senhor o tirou daqui, diga onde o colocou, e eu irei buscá-lo. – Maria! – disse Jesus.
Ela virou e respondeu em hebraico: “Raboni!” (Esta palavra quer dizer “Mestre”.) (João 20.15,16;)
Jesus está se revelando aos angustiados e cada revelação tem o seu peso de emoção. Mais do que alívio, Jesus estava trabalhando para completar a obra na vida dos discípulos e discípulas, pois, além de mostrar-se vivo Jesus diz para Maria Madalena:
- Não me segure, pois ainda não subi para o meu Pai. Vá se encontrar com os meus irmãos e diga a eles que eu vou subir para aquele que é o meu Pai e o Pai deles o meu Deus e o Deus deles (v.17).
Nós temos a mesma dificuldade que os discípulos e discípulas tinham em compreender os planos eternos de Deus. Somos imediatistas e queremos a intervenção em nossas angústias e o estabelecimento de uma vida tranqüila, mas Deus tem mais para o seu povo. Ele nos tem revelado seus planos eternos – habitar conosco, habitar em nós.
O Senhor já começou a obra na sua vida? Você reconhece que ela obra ainda não está completa? Que o Senhor complete Sua obra em nossos corações. Vamos abrir o coração...

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O processo de libertação

Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8.31,32;

Quando Jesus declarou que o caminho da genuína liberdade estava acessível pelo conhecimento da verdade não somente desejava expressar uma ideia filosófica e inspiradora, mas elucidar um processo abençoador para o seu povo. Exatamente isso, um processo. À semelhança da minha própria experiência, sei que a maioria das pessoas não tem prazer em processos lentos e longos. Gostamos de fórmulas rápidas e eficientes que resolva tudo em sete passos, doze semanas, etc.

Isso acontece porque durante a vida não observamos a própria vida. O mundo natural nos ensina a respeito do tempo certo para todas as coisas e que os atalhos são sempre mais perigosos. Tenho sido desafiado por Deus a não desejar estar no lugar certo no tempo errado, ou seja, antes do tempo. Alguém já disse que a coisa certa na hora errada é a coisa errada. O Espírito Santo tem tratado com minha vida para que eu mantenha o foco no que deve ser feito no dia de hoje.

Uma das provações mais recorrente na vida do crente está na vida de oração. Quando começamos a orar nos vem à mente inúmeras atividades e precisamos de esforço para não sair correndo deixando de fazer o que é importante para atender “urgências” e isto é apenas um exemplo.

O ministério de Jesus foi desenvolvido num equilíbrio incrível entre o ensino teórico e prático. Joao 8 é um capítulo cheio de revelações em meio às tensões dos duelos com os escribas e fariseus. Neste capítulo, por exemplo, encontramos a afirmação que Ele é a luz do mundo. Logicamente afirmações como esta geravam muitos questionamentos e contestações.

Muitos questionavam e contestavam seus ensinos, muitos outros acreditavam e em Jesus encontravam esperança e cura para suas vidas. É justamente para estas pessoas que o mestre aponta um processo que possibilita viver plena liberdade. Jesus está convidando os novos convertidos para trilhar um caminho de aprendizado e serviço.

O Espírito Santo continua a fazer a obra de Deus por meio da sua igreja. Ele nos convida a crer, nos convida também a aprender a permanecer em seu ensino. Somente os discípulos que permanecem no ensino de Jesus terão acesso a verdade que liberta. Deixe a multidão e seja um discípulo do Senhor Jesus. O discipulado é o processo por meio do qual conseguiremos obedecer aos mandamentos de Deus. Que Deus te abençoe.


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Coração cheio de fervor

Porque dele, por ele e para ele são todas as coisas. Glória, pois a Ele! Amém! Rm 11.36;
O que faz você feliz? Quais são as situações que o motivam? Começar um novo projeto, pensar nos sonhos, iniciar um relacionamento, mudar de casa, carro ou trabalho? O que incendeia o seu coração?
Tente responder honestamente esta pergunta. Talvez fiquemos um pouco frustrados com o resultado desta reflexão. Gostaríamos de ser mais nobres ou mais (íntegros), contudo as coisas que geram alegria em nossos corações são coisas pequenas, terrenas e voltadas para a satisfação das nossas necessidades das básicas às supérfluas.
Há um vazio em nosso coração que nos impele à busca de coisas que geram motivação. Alguém já disse que esse vazio é do tamanho de Deus e cremos mesmo nisso. A questão passa a ser como posso me relacionar com o Senhor de tal forma a encontrar vida abundante nEle, a ter esse vazio existencial satisfeito.
A Bíblia recomenda: sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor; Rm 12.11b; Esta mesma expressão é traduzida da seguinte forma: “sirvam ao Senhor com um coração cheio de fervor”. É um conselho do apóstolo Paulo para a Igreja do Senhor do passado em Roma e que fala conosco como se estivesse sido escrita tão somente a nós nesses dias. Com essa expressão, o Espírito Santo está nos exortando a vivermos com paixão, motivados e cheios de fervor.
O nosso Deus é intenso, fervoroso e dinâmico e no desafio de estarmos nEle e participarmos da Sua natureza santa somos também desafiados a sermos tal qual Ele é. É fato, porém que as circunstâncias, a rotina e as dificuldades minam nosso ânimo de tal forma que alguns até mesmo adoecem. É para encontrarmos um renovo em nossa espiritualidade que a comunidade se reune neste evento. Precisamos aprender em Deus a não desistir, pois os que esperam no Senhor renovam as suas forças.
O primeiro destaque que desejamos fazer aqui é que não podemos dissociar o servir a Deus do cotidiano de cada um. Não podemos cometer o equívoco de separar nossa vida entre secular e sagrado, de dissociar nossa expressão de fé entre ganhar dinheiro e cultuar a Deus. Fomos feitos filhos de Deus para vivermos uma nova vida na qual podemos glorificar ao Senhor em tudo o que fizermos.  Compreendido isso, pensemos na motivação que precisamos para agir com excelência.
Porque dEle são todas as coisas
Um coração em chamas é sinônimo de uma vida fervorosa que glorifica a Deus. Com este alvo em mente, reconhecemos que o próprio Senhor é a fonte de toda nossa paixão e motivação e se isso é verdade, todas as demais coisas são secundárias e precisam ser colocadas no seu devido lugar de importância. Qualquer coisa que alegra o nosso coração não pode ser a fonte das nossas motivações.
Não conseguimos ver na Bíblia um Deus apático e desinteressado quanto à realidade, pelo contrário, Deus se envolve ao extremo para criar, manter (restaurar) e desfrutar do seu trabalho. Nosso padrão de fervor está em Deus. Podemos vencer as depressões porque o Espírito Santo veio habitar em nós.
O vazio no coração do ser humano que o conduz a uma busca constante é coisa de Deus. É o anseio da criação (Rm 8.20;); é a carência por relacionamento, pela unidade (I Jo 4.11,12;). É no contato com o outro que conseguimos perceber a presença de Deus em nossas próprias vidas.
Porque por Ele são todas as coisas
A seguir verificamos que a continuidade do fervor está em Deus, ou seja, quando dele nos afastamos perdemos o ânimo, pois Ele é o sustentador da nossa alegria. Aquele que começou a boa obra há de completa-la (Fl 1.6;) e é o Senhor que opera em nós tanto o querer quanto o realizar (Fl 2.13;).
Não deveríamos construir uma vida separada de Deus e buscar sua bênção para consertar o que não dá certo. O projeto de vida em Deus é aquele que O contempla em todas as fases. Podemos sonhar juntamente com o Senhor e reconhece-lo em todos os nossos caminhos (Pv 3.6;).
Porque para Ele são todas as coisas
Experimente neste ano oferecer tudo ao Senhor. Quer comais, quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória do Senhor (I Co 10.31;). Experimente perguntar a si mesmo se o que você está planejando ou executando está sendo feito em nome de Jesus e para a glória de Deus (Fl 1.11;).
Questione também se as pessoas com quem você se relaciona estão sendo abençoadas no contato contigo e mais, se por causa do contato elas desejarão conhecer o Deus que você serve.
Entendendo que podemos viver intensamente para a glória do Senhor a Ele seja a glória para sempre! Amém!






domingo, 1 de janeiro de 2012

Valores de uma célula

A cada dia me torno mais convicto de que a experiência pessoal com Deus que dá início à jornada rumo à Perfeição Cristã precisa ser desenvolvida a partir de um relacionamento comprometido com pessoas que partilham dos mesmos alvos e a isso chamamos de discipulado.

“A essência do discipulado é o desenvolvimento do homem interior e, quer Deus esteja desenvolvendo um Governo ou uma Economia, Ele estará trabalhando no desenvolvimento das pessoas, em como elas se enxergam e pensam”. (Landa Cope)

Para a elucidação desta prática, reconhecemos que alguns valores são fundamentais no funcionamento de um pequeno grupo.

1.       É um agrupamento de pelo menos três pessoas (Marcos 3.13-19;)

No funcionamento dos pequenos grupos, não poucas vezes discípulo e discipulador param para conversar, prestar contas, orar juntos, abrir o coração, etc. Este comportamento, porém, não supre a necessidade da comunidade. É na diversidade de experiências que a célula é fortalecida.

Assim, quando um discipulador não consegue expandir seu circulo de influência, o encorajamos a integrar-se a outra célula maior até que esteja apto a multiplicar.

Não nos faltam exemplos para fazermos com que esse valor seja imprescindível para que reconheçamos um grupo como uma célula de discipulado.

2.       Há um líder que tem discipulador (Mateus 8.5-13;)

Numa célula, o líder não é a pessoa que sabe tudo, nem tampouco é a pessoa mais habilidosa na oratória ou a que tem especial carisma para agregar pessoas. Jesus chamou pessoas ensináveis e a partir das experiências da vida, tratou o caráter destas pessoas e as capacitou para servir.

É fato, porém que um grupo de discipulado precisa ter um condutor e esse líder de grupo deve, obrigatoriamente, estar sob discipulado. A ideia de liderar de forma independente é refutada nos mais diferentes espaços da vida social. Esse valor também é imprescindível para o funcionamento de uma célula saudável. Quem não está sob discipulado não deve exercer liderança num pequeno grupo.

3.       A vida da célula é a multiplicação (Atos 1.8;)

Esse valor vala de crescimento. Uma das evidências de uma vida saudável é o crescimento. Quando um pequeno grupo (um braço estendido de uma igreja) não cresce, naturalmente cria mecanismos de manutenção e isso ferirá o princípio missionário da célula.

A frutificação é um instrumento de avaliação da saúde de um grupo. O não crescimento nos coloca numa zona de conforto. Isso é agradável, mas impede à obediência do ensino de Jesus.



4.       O centro é a Palavra (I Tm 1.3-7; II Tm 4.1,2;)

A voz do Senhor é o que mais importa. A orientação bíblica nos mantém no caminho certo.

Especialmente no encontro semanal de uma célula, temos o grande desafio de termos a Palavra do Senhor traduzida para a vida. Por isso, os encontros não são conduzidos por meio de estudos bíblicos complexos em busca de responder questões históricas ou escatológicas.

As pessoas precisam de alimento e a Palavra de Deus é esse alimento. Os líderes têm o grande desafio de transmitir a Palavra revelada, por meio da explanação bíblica simples e eficaz. A opinião do mensageiro não é mais importante do que a mensagem que ele tem que entregar.

5.       A estratégia é o relacionamento comprometido (I Co 4.16;)

Esse é outro valor inegociável para uma célula bem sucedida. Os discipuladores são pessoas que conhecem lugares e conduzem pessoas até lá usando seus dons e talentos a serviço do Reino de Deus.

Nossos discípulos precisam ver como cuidamos da nossa casa e família. Precisam ver como administramos nosso dinheiro. Precisam aprender a lealdade e a integridade. Precisam ter o caráter tratado à semelhança de Cristo.

Isso tudo só acontecerá se andarmos perto o suficiente.

Conclusão

Oro para que o esclarecimento desses valores possa nos ajudar a tornarmos o discipulado praticável e crescente neste ministério que hoje servimos. Que o Senhor nos ajude. Amém!


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Linha de chegada

O novo nascimento não é linha de chegada, é ponto de partida. É bem verdade que muitos ainda não começaram essa jornada e para que isso aconteça devemos trabalhar com empenho. Precisamos ser como o apóstolo Paulo: “(...) assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos”. (I Co 10.33;). A Palavra de Deus nos ensina que a salvação é alcançada por meio da fé e que isso acontece num instante, é como um parto, é nascer de novo.

De uma forma geral a igreja entende a sua responsabilidade com a pregação do evangelho da salvação. O problema, porém, é que não poucas vezes comemoramos e nos acomodamos apenas com o início do processo. Vemos as pessoas confessando Jesus como Senhor das suas vidas e ficamos satisfeitos. Essa tem sido uma das principais razões que justificam a fragilidade da fé de muitos, a não mudança de caráter e não influência do evangelho na vida.

Precisamos desenvolver a nossa salvação (Fl 2.12;), resgatar a imagem e semelhança do criador perdidas por causa do pecado e manter o foco, pois chegar à plena estatura de Cristo é o nosso alvo e o próprio Jesus é o nosso padrão. Qualquer coisa abaixo disso não pode ser lugar para estacionarmos.

Neste processo de aperfeiçoamento contínuo destaco a importância da graça. Não a despreze. Não faça como os Gálatas que aceitaram a salvação pela graça e quiseram o aperfeiçoamento pela lei. O nosso senso de justiça é muito aguçado. Apenas dois dias sem pecar e já começamos a pensar de nós mesmos mais do que convém (Rm 12.2;). Pela graça fomos alcançados, pela graça somos aperfeiçoados. “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” (Lc 18.13;). Essa não é uma oração somente para o ponto de partida; essa oração deve ser o nosso clamor todos os dias.

Não ande sozinho. Não despreze a prestação de contas. O acompanhamento pessoal é mais do que uma possibilidade de ser igreja, é um jeito de ser cristão. Quem entende o discipulado sabe que essa prática não é um fardo na vida do crente. O discipulado é, sem dúvida, depois da leitura bíblica e da oração a melhor ferramenta que Deus nos deu para nos auxiliar na jornada.

Finalmente, não fique parado. É pela prática que amadurecemos e aprendemos o discernimento (Hb 5.12;). Quem obedece à voz do Senhor experimenta a Sua provisão. Comece a andar na revelação que você já tem (Fl 3.16;) e você verá novas revelações surgindo para orientar sua caminhada. Deus nos abençoe nisso. Amém!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Crescimento Espiritual

Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do rio Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto. Lucas 4.1;

O crescimento deve ser constante na vida do cristão. Oramos pedindo a Deus que nos ajude a crescer em fé, sabedoria e unção. Também queremos crescer como indivíduo em maturidade, caráter e integridade. Além disso, é natural a busca pelo crescimento financeiro, profissional e em influência (liderança). Todos esses aspectos representam crescimento espiritual.

O novo nascimento marca um recomeço na vida e o batismo é marca de que começamos essa jornada de amadurecimento rumo ao que João Wesley chama de “perfeição cristã”. Jesus foi batizado não porque precisava de perdão de pecados, mas para ser exemplo para todos nós (Mt 3.13-15;) e verdadeiramente tornou-se exemplo porque a partir do seu batismo ele dá início ao seu ministério.

Saindo do rio Jordão estava cheio do Espírito Santo e logo foi conduzido a um lugar de crescimento. Note que no deserto durante a tentação Jesus foi testado nos aspectos quem mais inquietam as pessoas. Necessidades básicas, finanças e autoridade. Cheio do Espírito Santo, Jesus vence as propostas dos atalhos, do desejo por riquezas associado à idolatria e também do orgulho de querer ser igual a Deus.

Toda a pessoa que recebe o amor de Deus ao aceitar Jesus como Senhor e Salvador pessoal dá início a um processo de crescimento espiritual. Nessa caminhada não podemos perder de vista que o Espírito Santo é quem nos conduz. Há momentos de alegria e esperança e também momentos de provações e adversidades. Permanecemos firmes sabendo que estamos sendo conduzidos pelo Espírito Santo.

Estamos em crescimento porque Deus nos tem conduzido. As dificuldades que enfrentamos servirão de instrumentos nas mãos do Senhor para que sejamos maduros e frutíferos. Que o Espírito Santo nos capacite a sermos discípulos e discipuladores que glorificam a Deus.
Muitas vezes oramos para que o Espírito Santo nos conduza, pois bem, que seja como no modelo do nosso mestre. Ele foi conduzido ao Jordão (experiência), depois foi conduzido para o deserto (escola) e depois para a Galiléia (ministério). Seremos muito abençoados se compreendermos que todas estas fases vêm de Deus e tem o seu tempo. Amém!