quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

CONSAGRADO



Há alguns anos a Igreja Metodista em Chapecó, pastoreada pelo Pr. Perikles, têm feito um encontro distrital no período do carnaval. O nome desse retiro é CONSAGRADO! Neste ano tive o privilégio de ministrar juntamente com a Faby, Pr. Perikles e Clairto. Nosso brother Guilherme (foto) e seu grupo conduziram o louvor.
Foram dias muito agradáveis nos quais o Espírito Santo nos conduziu em adoração e em ministrações que edificaram a todos os que ali estavam. Neste ano o CONSAGRADO foi desenhado sobre o tema restauração tendo como ponto de partida, as experiências de Esdras e Neemias no contexto do Pós-exílio.
Esta proposta muito me agradou, pois refleti mais uma vez a respeito da vocação de Esdras (Escriba e Sacerdote) que é uma inspiração para minha caminhada ministerial. A Bíblia diz que ele havia dedicado sua vida para estudar, praticar e ensinar os preceitos do Senhor (Ed 7.10) e é isso que desejo fazer também, é esta proposta ministerial que gera paixão em meu coração.
O melhor de tudo foi meditamos a respeito do grande amor que Deus tem a ponto de ver em nós valor suficiente para não descartar, mas sempre restaurar. Glória a Deus!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Eu, um escolhido?



Mas vocês são a raça escolhida, os sacerdotes do Rei, a nação completamente dedicada a Deus, o povo que pertence a ele. Vocês foram escolhidos para anunciar os atos poderosos de Deus, que os chamou da escuridão para a sua maravilhosa luz. Antes, vocês não eram o povo de Deus, mas agora são o seu povo; antes, não conheciam a misericórdia de Deus, mas agora já receberam a sua misericórdia. (I Pedro 2.9,10; NTLH)

Você já passou pela experiência de estar num grupo de pessoas aguardando ser convidado a participar de uma brincadeira, fazer parte de um time, ser selecionado para um projeto? Essa é uma situação frequente em nossas relações sociais que nos desafia a encararmos algumas realidades dos nossos sentimentos, como por exemplo, lidar com a rejeição, com as comparações, sentir-se aceito no grupo, etc.

A Palavra de Deus afirma que Deus escolhe pessoas. Na realidade Ele escolheu o mundo todo, mas participar da obra de Deus exige uma reação, exige reciprocidade. A grande questão não consiste em ser ou não escolhido, mas está no propósito para o qual fomos chamados.

Ultimamente tenho citado diversas vezes uma frase de Landa Cope (JOCUM): “A salvação não é linha de chegada, é ponto de partida”. Faço isso neste momento para esclarecer que fomos escolhidos para um propósito comum. Apesar do texto bíblico base da nossa meditação usar figuras próprias do judaísmo (povo escolhido, sacerdócio real, nação santa), nos esclarece do propósito maior da igreja, do povo de Deus, dos escolhidos do Senhor. Vejamos então três destaques que não podem ser negligenciados por mim e por você:
Uma nova identidade
Ser cristão implica em ser nova criatura (II Co 5.17). O novo nascimento é uma experiência de fé por meio da qual cremos que Jesus substituiu o ser humano na morte e por isso a vida eterna com Deus é possível. Por essa razão, passamos a fazer parte de um povo, nos tornamos representantes do Senhor e temos uma existência norteada pelo Espírito de Deus. O ensino dessa realidade é presente nas Escrituras de tal maneira que conversão sem transformação é algo questionável.
Quem recebe o Jesus dos Evangelhos dia após dia é contagiado pelo seu DNA de tal forma que uma nova identidade é forjada. Ser consciente de quem somos em Cristo Jesus é fundamental para seguir na carreira com ânimo e foco.
Senso de propósito
Somos o que somos para anunciar os atos poderosos de Deus. Desviar-se dos propósitos eternos de Deus para nossas vidas certamente nos conduzirá à frustração. É incrível como a linguagem que o apóstolo Pedro usa nos faz lembrar o judaísmo. Vamos pensar então no propósito de Deus para os descendentes de Abraão e consequentemente para toda a nação de Israel: “Por meio de você abençoarei todos os povos do mundo” (Gn 12.3b). O que de fato acontece com esse povo? Na prática eles sentiam-se superiores (somos salvos, vocês não), tornaram-se arrogantes e abandonaram a Deus. Tudo isso aconteceu porque eles perderam o senso de propósito. Israel esqueceu-se que eram separados para abençoar todas as famílias da terra. Mais uma vez: “Salvação não é linha de chegada, é ponto de partida”.
Mesmo a comunidade mais abençoada, cheia de recursos (pessoas, talentos e dinheiro), quando deixa de cumprir o propósito que Deus tem, começa a cair e desonra a Deus com uma religiosidade sem frutos.
Boa memória
Antes, não éramos povo de Deus, mas agora somos; antes não tínhamos alcançado misericórdia, mas agora alcançamos. Reconhecer a graça de Deus em nossa caminhada mantém nosso coração cheio de gratidão.
Fomos alcançados, ajudados e apoiados, portanto não há lugar para arrogância (I Co 4.7). Não podemos ficar presos ao passado, mas lembrar do que Deus fez mantém louvor em nossos lábios e firmeza em nossos passos, pois não somos dos que retrocedem (Hb 10.39).
Desafio: Um cristão é alguém escolhido por Deus para viver em comunhão com Ele com o propósito de discipular pessoas revelando a sua maravilhosa luz. Você reconhece esta realidade em sua vida? Neste tempo de fim de ano, avalie sua caminhada e tome as decisões necessárias para caminhar com Jesus. “Deus tem uma nova história para sua vida e o que perdido foi não se compara com o que há de vir...”.




Experiência com Deus


Não tenham medo! Estou aqui a fim de trazer uma boa notícia para vocês, e ela será de grande alegria também para todo o povo. Lucas 2.10;

A mensagem do anjo aos pastores é transformadora. Em primeiro lugar porque não é todo o dia que acontece de um anjo aparecer para trazer um recado de Deus. Em seguida, porque o conteúdo da mensagem é de inestimável valor “Hoje mesmo, na cidade de Davi, nasceu o Salvador de vocês – o Messias, o Senhor!”
A celebração do Natal faz menção desse dia, o dia da chegada, um marco no projeto de salvação elaborado por Deus, é o dia do nascimento de Jesus. A todos nós que estamos distantes no tempo e no contexto, pouco importa questionar se a data é exata, pois para nós o que vale é a essência e o significado da vinda de Jesus a esse mundo. É a maior demonstração do amor resgatador do nosso Deus criador.
Pensemos em alguns destaques deste episódio:
Revelação
Não é sem motivo que a mensagem do anjo começa com não temas. A experiência, o recado e o que se segue (muitos mais anjos aparecem cantando) provocam espanto e temor. O conhecimento revelado é uma necessidade para a fé cristã. Ouvir dizer que Jesus nasceu é diferente de crer que Ele nasceu. Na maior parte das experiências, as pessoas não veem anjos, mas quem conhece Jesus por meio de revelação tem sua vida transformada.
Direcionamento
O entendimento do que Deus estava fazendo muda a direção daqueles pastores. Sua agenda, sua rotina, seus planos e necessidades foram mudados para reagir àquela revelação. É impressionante como as pessoas dizem conhecer Jesus, mas isso não muda sua agenda, seu comportamento, o jeito de gastar seu dinheiro.
Adoração
Não poderia deixar de citar o ambiente de adoração destacado entre os versos 8 e 20. Os anjos adoraram a Deus dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas do céu! E paz na terra para as pessoas a quem ele quer bem! Imaginemos a magnifica adoração deste momento e o melhor de tudo é ver os pastores voltando para a rotina das suas vidas com o coração transformado e radiantes de gratidão. Então os pastores voltaram para os campos, cantando hinos de louvor a Deus pelo que tinham ouvido e visto.
Tenham todos um feliz Natal, cheio de revelação, direção e Adoração ao Senhor. Amém!

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Sacerdote Fiel


Então, suscitarei para mim um sacerdote fiel, que procederá segundo o que tenho no coração e na mente. I Sm 2.35a
Muitas coisas podem nos desviar do centro da vontade do Senhor. Canseira, perseguição, rotina, etc. Estas coisas naturais não são más em si mesmas, contudo nossa reação a elas pode nos tornar aprovados ou comprometer nossa caminhada com Deus.
O texto de I Samuel 2.27-36 narra a exortação de um profeta contra o sacerdote Eli. Por causa da rotina do seu ministério, Eli tornou-se passivo não fazendo o que devia fazer e por isso Deus o considerou infiel.
Diante do excesso de atividades, do enfado da rotina e dos imprevistos do dia a dia, somos desafiados a proceder de acordo com o que está no coração e na mente do Senhor. Deus perdoa nossos pecados, mas rejeita nossas desculpas. Ele só trabalha com quem é fiel.
Jesus num determinado momento do seu ministério afirma aos seus seguidores: Por que vocês me chamam “Senhor, Senhor” e não fazem o que eu digo (Lc 6.46;)? Diante disso nos conscientizamos o quão importante é ouvir a voz de Deus, buscar entender o seu coração e obedecer.
Muitas vezes a passividade dos filhos de Deus é semelhante a do marido que reclama com a esposa dizendo: “eu sei que preciso trocar a lâmpada da sala (...) não precisa ficar me lembrando disso a cada seis meses...”.
Trabalhemos enquanto é dia (Jo 9.4;). Osvald Sanders afirma que a procrastinação (deixar para amanhã o que devo fazer hoje), a ladra do tempo, é uma das armas mais poderosas do diabo, para defraudar o homem de sua herança eterna. É um hábito absolutamente fatal para a liderança espiritual efetiva.
Comece já. Busque ouvir a voz de Deus e esmere-se em obedecer. Creia nas promessas que o Senhor declara para aquele que O serve como sacerdote fiel:edificar-lhe-ei uma casa estável, e andará ele diante do meu ungido para sempre” (I Sm 2.35b). Amém!


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Cobertura Espiritual, Mentor e Discipulador


O bispo, juntamente com a Câmara de Discipulado; os SS.DD. e os/as Pastores/as de Cinco, buscando orientar a liderança da 6ª. Região estabeleceram as seguintes definições relativas a esses conceitos frequentemente usados tanto no meio metodista como no meio evangélico brasileiro em geral.
Cobertura Espiritual: Aquela pessoa a quem eu presto contas. Pessoa que está em posição de autoridade sobre a minha vida.
Está pessoa tem a responsabilidade de orar por mim, me cobrir espiritualmente, daí o nome de “cobertura espiritual”.
Mentor/a: É a pessoa que me ajuda a ser melhor em áreas específicas; incendeia minha paixão em algumas áreas. A idéia envolvida aqui é a do “coach” (treinador). A mentoria não pressupõe necessariamente um relacionamento pessoal. Pode acontecer através de livros, CDs, etc.
Na vida secular o mentor seria o/a professor/a, aquele/a que auxilia o pai e a mãe na educação do/a filho/a.
Podemos ter vários/as mentores/as ao longo da vida, assim como tivemos muitos/as professores/as.
Discipulador/a: É o/a que caminha comigo num relacionamento pessoal e comprometido/a me ajudando a crescer espiritualmente (ter o caráter tratado), me aproximar de Jesus (vida de santidade e consagração) e ser frutífero/a.
O discipulado pressupõe um relacionamento de compromisso visando o crescimento do/a discípulo/a.
O/a discipulador/a seria o pai ou a mãe espiritual ou aquele/a que ficou nessa condição pelo respeito e carinho que se tem pela pessoa, por isso acaba sendo alguém a quem também presto contas sobre meu desenvolvimento espiritual.
Essas três funções podem ser exercidas pela mesma pessoa em nossa vida, mas não obrigatoriamente. Posso estar debaixo da cobertura espiritual de uma pessoa, ser mentoreado/a por várias outras e discipulado/a por uma terceira.
Oramos para que a liderança da Sexta Região continue entusiasmada no cumprimento do mandato missionário de Jesus: “INDO, FAZEI DISCÍPULOS/AS”.
Bispo João Carlos

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Deus e bom

Quando a gloria do Senhor encheu o templo, o povo prostrou-se com o rosto em terra e disse: O Senhor e bom e seu amor dura para sempre. II Cr 7.3;
Que o nosso coração atraia a manifestação da Presença do Senhor.