quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Sacerdote Fiel


Então, suscitarei para mim um sacerdote fiel, que procederá segundo o que tenho no coração e na mente. I Sm 2.35a
Muitas coisas podem nos desviar do centro da vontade do Senhor. Canseira, perseguição, rotina, etc. Estas coisas naturais não são más em si mesmas, contudo nossa reação a elas pode nos tornar aprovados ou comprometer nossa caminhada com Deus.
O texto de I Samuel 2.27-36 narra a exortação de um profeta contra o sacerdote Eli. Por causa da rotina do seu ministério, Eli tornou-se passivo não fazendo o que devia fazer e por isso Deus o considerou infiel.
Diante do excesso de atividades, do enfado da rotina e dos imprevistos do dia a dia, somos desafiados a proceder de acordo com o que está no coração e na mente do Senhor. Deus perdoa nossos pecados, mas rejeita nossas desculpas. Ele só trabalha com quem é fiel.
Jesus num determinado momento do seu ministério afirma aos seus seguidores: Por que vocês me chamam “Senhor, Senhor” e não fazem o que eu digo (Lc 6.46;)? Diante disso nos conscientizamos o quão importante é ouvir a voz de Deus, buscar entender o seu coração e obedecer.
Muitas vezes a passividade dos filhos de Deus é semelhante a do marido que reclama com a esposa dizendo: “eu sei que preciso trocar a lâmpada da sala (...) não precisa ficar me lembrando disso a cada seis meses...”.
Trabalhemos enquanto é dia (Jo 9.4;). Osvald Sanders afirma que a procrastinação (deixar para amanhã o que devo fazer hoje), a ladra do tempo, é uma das armas mais poderosas do diabo, para defraudar o homem de sua herança eterna. É um hábito absolutamente fatal para a liderança espiritual efetiva.
Comece já. Busque ouvir a voz de Deus e esmere-se em obedecer. Creia nas promessas que o Senhor declara para aquele que O serve como sacerdote fiel: “edificar-lhe-ei uma casa estável, e andará ele diante do meu ungido para sempre” (I Sm 2.35b). Amém!


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Cobertura Espiritual, Mentor e Discipulador


O bispo, juntamente com a Câmara de Discipulado; os SS.DD. e os/as Pastores/as de Cinco, buscando orientar a liderança da 6ª. Região estabeleceram as seguintes definições relativas a esses conceitos frequentemente usados tanto no meio metodista como no meio evangélico brasileiro em geral.
Cobertura Espiritual: Aquela pessoa a quem eu presto contas. Pessoa que está em posição de autoridade sobre a minha vida.
Está pessoa tem a responsabilidade de orar por mim, me cobrir espiritualmente, daí o nome de “cobertura espiritual”.
Mentor/a: É a pessoa que me ajuda a ser melhor em áreas específicas; incendeia minha paixão em algumas áreas. A idéia envolvida aqui é a do “coach” (treinador). A mentoria não pressupõe necessariamente um relacionamento pessoal. Pode acontecer através de livros, CDs, etc.
Na vida secular o mentor seria o/a professor/a, aquele/a que auxilia o pai e a mãe na educação do/a filho/a.
Podemos ter vários/as mentores/as ao longo da vida, assim como tivemos muitos/as professores/as.
Discipulador/a: É o/a que caminha comigo num relacionamento pessoal e comprometido/a me ajudando a crescer espiritualmente (ter o caráter tratado), me aproximar de Jesus (vida de santidade e consagração) e ser frutífero/a.
O discipulado pressupõe um relacionamento de compromisso visando o crescimento do/a discípulo/a.
O/a discipulador/a seria o pai ou a mãe espiritual ou aquele/a que ficou nessa condição pelo respeito e carinho que se tem pela pessoa, por isso acaba sendo alguém a quem também presto contas sobre meu desenvolvimento espiritual.
Essas três funções podem ser exercidas pela mesma pessoa em nossa vida, mas não obrigatoriamente. Posso estar debaixo da cobertura espiritual de uma pessoa, ser mentoreado/a por várias outras e discipulado/a por uma terceira.
Oramos para que a liderança da Sexta Região continue entusiasmada no cumprimento do mandato missionário de Jesus: “INDO, FAZEI DISCÍPULOS/AS”.
Bispo João Carlos

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Deus e bom

Quando a gloria do Senhor encheu o templo, o povo prostrou-se com o rosto em terra e disse: O Senhor e bom e seu amor dura para sempre. II Cr 7.3;
Que o nosso coração atraia a manifestação da Presença do Senhor.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Os MAIS santos e os MENOS santos

Chegou a hora de os mais piedosos e os mais santos contarem aos menos piedosos e aos menos santos que, se eles são de fato assim, é unicamente por causa da graça, pois eles também têm os mesmos ou maiores embaraços que os demais. Chegou a hora de os mais piedosos e os mais santos terem a coragem de proclamar bem alto: “Nós somos apenas seres humanos, como vocês” (At 14.15). Chegou a hora de os que entrevistam os mais piedosos e os mais santos, e escrevem a biografia deles, afirmarem sem o menor receio, como a Bíblia faz, que o formidável profeta Elias “era um ser humano como nós” (Tg 5.17).
Já passou da hora de os mais piedosos e os mais santos revelarem que eles não têm uma santidade inata nem fácil. Potencialmente eles também têm inveja, raiva, olhos adúlteros, vontade de aparecer, desejos pecaminosos, momentos de desânimo, crises de depressão e talvez tenham até problemas na área da homossexualidade. Se eles de fato são mais piedosos e mais santos do que o cristão comum que aspira ser piedoso e santo, é porque levam a sério o que Jesus disse: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Mc 8.34).
Os mais santos e os menos santos estão em um mesmo nível quanto à natureza caída, quanto à necessidade de perdão e quanto à fraqueza frente à tentação. Estes e aqueles são, ao mesmo tempo, atraídos por Deus e pelo mal. Ambos são tentados pela carne, pelo mundo e pelo diabo. O primeiro não é nenhum gigante e o segundo, nenhum pigmeu. A diferença não é essa, mas está no fato de que os mais santos consideram-se mortos para o pecado e o conseguem com o auxílio de Jesus. O Senhor ainda diz: “Quem está unido comigo [a Videira] e eu com ele, esse dá muito fruto porque sem mim vocês não podem fazer nada” (Jo 15.5). Já os menos santos ainda estão engatinhando e escorregando por outro lado.
Em qualquer momento os menos santos podem entrar na fileira dos mais santos e os mais santos, se não tomarem cuidado (I Co 10.12), engrossar a fileira dos menos santos!
Chegou a hora de tirar a roupa e mostrar a nudez natural, que começou no Éden e que o anjo da igreja de Laodicéia ignorava ou escondia (Ap 3.18). Para o bem de todos – dos agora mais piedosos e mais santos (para intensificar neles o sentimento de humildade) e dos agora menos piedosos e menos santos (parra arrancar deles o sentimento de fracasso). Texto extraído da Revista Ultimato

quinta-feira, 24 de maio de 2012

De volta a Jesus

Se alguém entende de discipulado é Jesus!
O Seu método de discipulado era simples.
Jesus atraiu para si doze homens, capacitou-os e desencadeou o movimento do evangelho através deles. O fato é que você está lendo isso hoje porque aqueles homens levaram a sério o chamado deles. Jesus não tinha um plano B. Os discípulos era o plano. Ele deixou a mensagem nas mãos dele.
A maioria das pessoas teria feito diferente. A maioria das pessoas teria escolhido outro método para garantir que as pessoas ouvissem sobre o seu sacrifício. Ele, sim, tinha todos os recursos disponíveis. Afinal, era Deus.
Ele poderia ter escolhido transmitir sua morte e ressurreição para o mundo inteiro. Poderia ter pregado bem alto lá dos céus. Poderia ter enviado os anjos a distribuir folhetos pelo cosmos.
Em vez disso, ele simplesmente se derramou nos seus discípulos.
Encontrar-se com Jesus e seus discípulos nos evangelhos nos dá uma ideia do que é um processo simples de discipulado. No Evangelho de Lucas três fases distintas aparecem: chamado, edificação e envio. Essas três fases são sequenciais e foram idealizadas para conduzir os discípulos a níveis maiores de compromisso. (...)
Jesus chamou, edificou e enviou seus discípulos. Ele estratégica e sequencialmente os colocou em posição de caminhar para estágios maiores de compromisso e crescimento.
Envolva-se com esse processo você também! Amém. (texto extraído e adaptado do livro Igreja Simples)

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Manhã da ressurreição

O domingo de Páscoa é domingo de revelação. A angústia crescente acumulada desde o início da perseguição e que culminou no desespero da cruz agora estava começando a materializar-se no coração dos decepcionados como uma depressão profunda, mas Jesus começa a tirar essa dor, um a um, conforme se revelava a eles.
- Mulher, porque você está chorando? Quem é que você está procurando?
Ela pensou que era o jardineiro e por isso respondeu: - se o senhor o tirou daqui, diga onde o colocou, e eu irei buscá-lo. – Maria! – disse Jesus.
Ela virou e respondeu em hebraico: “Raboni!” (Esta palavra quer dizer “Mestre”.) (João 20.15,16;)
Jesus está se revelando aos angustiados e cada revelação tem o seu peso de emoção. Mais do que alívio, Jesus estava trabalhando para completar a obra na vida dos discípulos e discípulas, pois, além de mostrar-se vivo Jesus diz para Maria Madalena:
- Não me segure, pois ainda não subi para o meu Pai. Vá se encontrar com os meus irmãos e diga a eles que eu vou subir para aquele que é o meu Pai e o Pai deles o meu Deus e o Deus deles (v.17).
Nós temos a mesma dificuldade que os discípulos e discípulas tinham em compreender os planos eternos de Deus. Somos imediatistas e queremos a intervenção em nossas angústias e o estabelecimento de uma vida tranqüila, mas Deus tem mais para o seu povo. Ele nos tem revelado seus planos eternos – habitar conosco, habitar em nós.
O Senhor já começou a obra na sua vida? Você reconhece que ela obra ainda não está completa? Que o Senhor complete Sua obra em nossos corações. Vamos abrir o coração...