segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

COMMUNITÀS




Já estamos há um mês morando em Atlanta. A cidade é Woodstock e a igreja fica em Roswell, ambas na região metropolitana de Atlanta. Nossa casa montada e as crianças frequentando a escola evidenciam uma quase rotina.
Estamos aprendendo como falar, comer e dirigir por aqui e tudo está acontecendo muito rápido. A Igreja Metodista dos Estados Unidos (UMC) tem sido muito acolhedora e nossa comunidade local (Communitàs) tem sido muito carinhosa conosco neste início de jornada.
O desafio de trabalhar numa Igreja recém plantada rende grande aprendizado. Queremos ser uma igreja simples onde o imperativo do discipulado seja real. Sentimos muita falta da família e dos amigos, mas agradecemos a Deus pelo privilégio de viver o que estamos vivendo. Todos os dias o Senhor tem ministrado aos nossos corações e compartilho a Palavra deste dia.
“Jesus, a pedra principal, foi rejeitado pelos religiosos do passado e não poucas vezes tem sido rejeitado por religiosos do presente. Geralmente fala-se no nome dele e canta-se canções para ele, mas fazer de Jesus a nossa base, de seus ensinos nossas atitudes e do seu reino nosso alvo, verdadeiramente nos fará sermos seus discípulos”. Porque dele, por ele e para ele são todas as coisas.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

GLOBAL MINISTRIES


Desde o dia 19 de setembro eu e a Fabiana estamos participando de um treinamento da Global Ministries em Nova York, cumprindo assim um pré-requisito para trabalhar como missionários da Junta de Ministérios Globais da Metodista Unida. Além de nós, outros 14 missionários de várias partes do mundo participam deste treinamento que termina no dia 11 de outubro com o culto de comissionamento.
Nossa designação para Atlanta já foi feita e o processo do visto R1 já foi aprovado. Louvo a Deus pela vida das muitas pessoas que se uniram a nós em oração neste tempo de transição. Voltaremos ao Brasil depois do treinamento e cerca de uma semana depois já viajaremos para Atlanta para dar início ao trabalho.
O treinamento está sendo bom. mas a comunicação continua sendo um desafio e ainda é difícil expressar-me em inglês. Ontem tive o privilégio de pregar na igreja onde a pastora Lourdes Magalhães trabalha em New Jersey e foi muito bom (tudo em português).
O Senhor tem ministrado aos nossos corações de muitas maneiras e sabemos que muitos e novos desafios virão. Por hora, só agradeço a Deus pelo maravilhoso presente que foi a possibilidade das crianças virem conosco. Eles estão muito bem e tudo fica mais fácil com a família por perto.

Novos missionários da Global Ministries

terça-feira, 30 de julho de 2013

SABER PEDIR

Olá pessoal,
Compartilho uma palavra pastoral muito preciosa escrita por um querido irmão em Cristo, membro da IMCC. Que o Senhor edifique sua vida com essa leitura.
Saber Pedir
Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.(Mateus 7.7)
Hoje era dia de jejum semanal. Contudo, distraído, tomei um copo de água logo ao levantar. Não deveria ter feito isso, mas o fiz, por simples distração, quebrando assim meu propósito espiritual.
Jesus resolveu ensinar as pessoas de seu tempo a pedir as coisas a Deus Pai. Isso parece algo tão simples e fácil, que até dispensa maiores atenções, mas não é. Quando nos dirigimos ao Senhor, em oração, costumamos pedir-lhe tantas coisas, segundo nossas necessidades mais urgentes. É interessante como enfatizamos as coisas materiais, deixando em segundo plano as espirituais, o que para nós, cristãos, está incorreto! Erramos quando não temos um critério prévio para pedir; erramos quando não examinamos nossas carências; erramos quando deixamos de priorizar nossas fraquezas; erramos quando nossa visão é focada apenas no curto prazo, quando deveria ser no longo prazo; erramos quando nosso bem-estar pessoal ignora as necessidades alheias; enfim erramos por distração, por egoísmo, por desobediência, por desviarmos o foco da missão recebida etc.
Muitas vezes cometemos erros elementares, ao pedir a Deus, aquilo que julgamos necessário. Entretanto, quando nossas orações não são prontamente respondidas, não gostamos. Não paramos para verificar se estamos agindo certo ou errado, aos olhos da vontade divina. Com frequência pedimos um emprego melhor com salário maior; pedimos um carro novo e moderno mesmo que sua aquisição venha desequilibrar nossas finanças; pedimos promoções quando deveríamos investir mais na nossa capacitação profissional!
Seguidamente queremos as bênçãos de Deus quando nos falta conteúdo cristão; queremos sabedoria quando nos falta humildade; queremos a fé quando nos falta o comprometimento; queremos as manifestações espirituais quando nos falta o jejum; queremos produzir frutos espirituais, porém nos falta a santificação; queremos a oração vigorosa quando nos falta a meditação sistemática; queremos a graça abundante do Senhor quando deveríamos buscar a edificação; queremos a segurança divina quando deveríamos resolver nossas inseguranças espirituais; queremos uma igreja grande e repleta, porém nos falta uma experiência prévia, real e transformadora com o Salvador...
Jesus nos convida a revermos a forma, postura e a essência do que estamos pedindo a Deus, objetivando termos um relacionamento mais íntimo, eficaz e produtivo com o Pai. Amém ! ”
Humberto C. Lago

segunda-feira, 22 de julho de 2013

DÉCIMO E ÚLTIMO DIA

Último dia da equipe reunida aqui nos Estados Unidos. Fomos para Centerville UMC já levando nossas malas. Antes do último culto, a última reunião. Deus nos deu uma palavra missionária em Marcos
16.14-20
; Este texto da Palavra de Deus diz que os sinais acompanhariam os que crêem, assim, perguntei a todos da equipe quais sinais tinham visto nestes dez dias. As respostas foram emocionantes e com o passar dos dias queremos compartilhar com nossos amigos o que Deus começou a fazer no coração destes missionários a partir desta viagem.
Mais uma vez ministramos o louvor, agora em Centerville UMC.

Logo depois do almoço nos despedimos e começamos o processo de retorno. Alguns, neste processo passarão por Orlando (acho que é caminho pra Curitiba) e logo logo eles chegam em casa.
Nós (Lara, Vivian, Lorena, Faby e eu) estamos hospedados na casa do Pr. Eduardo  e Elaina até o dia do nosso vôo, por esta razão participamos de um jantar com o pessoal dessa igreja na casa do pastor. Conhecemos mais algumas pessoas, entre elas, Dot Ivey (pessoa que foi responsável pelo relacionamento da Conferência da Virgínia antes do Pr. David) e o pastor Sênior de Anmadale UMC, Pr. Clarance. Ele nos convidou para estarmos com ele por um pouco de tempo da segunda pela manhã. Que coisa boa, a viagem missionária continua.
(Da direita: Pr. Eduardo Carrillas, eu, Ryan, Pr. Clarence, 
Lance)
(Eu, Faby, Dot Ivey, Lara, Vivian e Lorena)

domingo, 21 de julho de 2013

NONO DIA

Nosso sábado foi livre até às 16h.

Às 17h começou o culto na Burke UMC, onde o Pr. Morgan ministra. Thiago e Paulo ministraram o louvor e todo o grupo participou cantando uma canção. 
Banner sobre os pequenos grupos na Burke UMC.
Em frente à Igreja com nossos novos amigos.

A Igreja nos ofereceu um jantar e logo depois fomos para os lares que nos hospedam aqui nas redondezas de Washington. Amanhã será o último dia da equipe reunida e então vamos pra casa.

sábado, 20 de julho de 2013

OITAVO DIA

Logo pela manhã, a foto oficial e deixamos Chistiansburg. Foi um tempo maravilhoso em Fieldstone UMC. conhecemos muitas pessoas e tanto os adolescentes mais novos, quanto os pastores mais experientes e o pessoal da organização, nos abençoaram muito neste dias.
Pr. David, Tina e Bonny nos pegaram e no caminho paramos para almoçar com algumas pessoas da igreja em Harrinsonburg. Lá conhecemos a comunidade RISE.
Logo ao lado, visitamos a James Madison University of Virgínia.
(Olha a Gabi ao lado da estatua de James Madison).
Mais duas horas de viagem e chegamos em Centerville, onde fomos acolhidos com um delicioso jantar e compartilhamos com alguns pastores e membros da nossa experiência na caminhada de Discipulado. Fizemos e respondemos perguntas. Foi um tempo muito abençoado onde sentimos a graça de Deus tocando de maneira muito especial os que ali estavam. Hoje vamos dormir em casas de amigos.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

SÉTIMO DIA

"Perdendo a Capa"
Lara conduziu esse momento especial do nosso dia. O texto começa falando de um super herói, o Sr. Incrível que era um incrível disfarçado. Precisamos ser incríveis para Deus. Jesus pedia para as pessoas não contarem o que ele tinha feito e assim precisamos ser. Em tempos de busca por visibilidade e busca por reconhecimento, "perder a capa" é uma necessidade.
Nosso dia foi abençoado, pois concluímos nosso tempo aqui no projeto SPY. Amanhã pela manhã deixamos a Fieldstone UMC em Christianburg e iremos para Harrinsonburg.
New Friends

quinta-feira, 18 de julho de 2013

WORSHIP

HOW HE LOVES US
Da esquerda: Thiago Mendes, Meggie Nave, Jordan Garrett e Paulo Humaitá, Tristin (baixo), Aaron (bateria).

SEXTO DIA

Começamos o dia com a devocional sobre o amor de Deus que não desiste dos seus filhos, baseada no texto que tem orientado as Ministrações.
Para o dia de trabalho, mais uma vez nossa equipe foi dividida em três.
O primeiro grupo trabalhou numa nova casa. Thiago, Paulo, Jeferson, Carol, Lorena e Suelen.

Lara e Vivian com as crianças e Faby, Gaby e eu nos unimos a uma nova equipe da Cedar Grove UMC para restaurar uma casa de um casal de idosos.

Como sempre, mais um dia exaustivo e uma noite maravilhosa de adoração e Palavra.
Primeiro a janta e logo a seguir o culto, Santa Ceia e um tempo de brincadeiras com os adolescentes que são maioria no SPY.
Risos, lágrimas, despertar dos sonhos de Deus, apoio mútuo, tratamento de caráter, despertamento missionário, ... São apenas algumas das palavras que marcam esta viagem tão abençoada. Mais uma vez obrigado para todos os que nos acompanham em oração.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

QUINTO DIA

Vivian conduziu o início da nossa devocional orientada pelo texto do livro no capítulo
Bigger and Better (maior e melhor). O desafio de sacrificar coisas para benefícios maiores e melhores, assim como fez nosso Senhor Jesus, que aceitou o sacrifício para nos ganhar.
Os três grupos compartilharam a experiência do dia de ontem.
Logo a seguir, ao trabalho. Todos trabalhamos numa mesma casa juntamente com outra equipe daqui. Foi extremamente pesado, mas concluímos dentro do tempo previsto.

Hoje nós escolhemos o restaurante para jantar. Foi maravilhoso e o Pr. Bryson Smith, pastor da Fieldstone UMC foi o nosso anfitrião.

No culto da noite cantamos em inglês e português. Ensinamos uma dança e foi até aqui, o louvor mais envolvente. 

Glória a Deus. Amanhã tem mais.

terça-feira, 16 de julho de 2013

QUARTO DIA

Começamos o dia com a devocional There's More Room (Existe lugar para você) 
sugerida pelo projeto. Paulo Humaitá conduziu esse momento. Essa ministração baseada no livro
Love Does de Bob Goff foi usada na reunião da noite.
Depois partimos para um dia de intenso trabalho.
Lorena, Carol e Suelen foram com uma equipe no projeto de restauração de uma casa.
Pr. Edney, Thiago, Paulo, Jeferson, Gabi e Faby, terminaram a construção de um deck noutra casa.

Realmente não achamos que daríamos conta, mas com a graça de Deus conseguimos. Ao finalizar o dia oramos com aquela familia.
Lara e Vivian trabalharam com as crianças hoje.
O culto da noite foi muito bom e mais uma vez nosso grupo colaborou na ministração.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

TERCEIRO DIA

Começamos o dia com nossa reunião e nossa palavra neste domingo foi sobre a capacidade do Espírito para testemunharmos JESUS (Atos 1.8).
O projeto SPY (Summer Project Youth) acontece no ambiente de uma igreja local e hoje participa com toda a comunidade do culto de domingo (14/07). Teremos Santa Ceia e nosso grupo de louvor também participou ministrando no culto.

A mensagem nesta manhã na Fieldstone UMC foi ministrada pelo pastor Bryson Smith. Na foto abaixo  o momento de oração com as crianças.


Na parte da tarde, fizemos uma trilha muito cansativa que foi recompensada por uma bela paisagem de uma grande cachoeira. Amanhã teremos muito trabalho. Graças a Deus pela unidade e alegria que estamos experimentando com toda a equipe.


Obrigado pela intercessão de todos por nossa viagem.


domingo, 14 de julho de 2013

Around The Table


SEGUNDO DIA

Começamos o dia reunindo o grupo na Central Methodist Church UMC de Salem VA. A Pra. Kristin nos mostrou as instalações da igreja nos contando um pouco da sua história, das fases e da realidade atual.
Todos fomos tocados por Deus enquanto a Pra. Compartilhava um projeto de renovação chamado The Table (a mesa).
A seguir nossa primeira reunião somente com a equipe recebendo uma Palavra para este dia. Vocês são A CARTA (II Co 3.2). Logo após o almoço, viajamos para Chistianville para o projeto SPY, na Fieldstone UMC.

Huntington Court UMC, Roanoke VA


sábado, 13 de julho de 2013

PRIMEIRO DIA


A equipe reuniu-se por volta das 14h no aeroporto Dulles em Washington e juntamente com o Pr. David, Tina e Bonny, partimos de van e carro para a cidade de Roanoke. Louvamos a Deus pelo êxito da viagem de todos os integrantes.
Em Roanoke fomos recebidos na Igreja de Huntington Court do Pr. Jeff. Uma palavra de acolhida da Pra. kristin e logo para a janta, um churrasco americano.
"Da mesa para a mesa". A Santa Ceia foi o próximo momento. Glória a Deus! Não poderíamos começar melhor.
Depois de conhecer as instalações conversarmos sobre alguns detalhes do próximo dia, e então para as casas das pessoas que nos hospedam nesse dia.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

VIAGEM MISSIONÁRIA

Domingo à noite, dia 07 de julho, no culto da IMCC o pastor Ismael juntamente com a Igreja oraram abençoando e enviando um grupo de jovens para um intercâmbio missionário com a Igreja Metodista Unida no Estado da Virgínia, nos Estados Unidos. O projeto acontecerá entre os dias 10 e 22 de julho.
Nosso líder Thiago Mendes, Pr. Edney, Faby, Carol, Suelen, Gabi, Paulo Humaitá, Lorena, Jeferson (Comunidade Alcance), Vivian (IM de Cornélio) e Lara (IM de Joinville) são os membros dessa equipe disposta a avançar, fazendo discípulos de todas as nações para o Senhor Jesus.
Na sexta, 12, ao meio dia o grupo se encontrará em Washington e dali partirá para vários lugares e igrejas dentro do estado da Virgínia. Ore por esta equipe e acompanhe aqui no Blog as novidades de cada dia do projeto.

domingo, 26 de maio de 2013

NA COVA DOS LEÕES

JEJUM DOS 21 DIAS – VIGÉSIMO PRIMEIRO DIA
Daniel 6.11-28;
Os inimigos de Daniel foram juntos até a casa dele e o encontraram orando ao seu Deus. Então foram procurar o rei a fim de falar com ele a respeito da ordem. Eles disseram: — Ó rei, o senhor assinou uma ordem que proíbe que durante trinta dias se façam pedidos a qualquer deus ou a qualquer outro homem, a não ser ao senhor. E a ordem diz também que quem desobedecer será jogado na cova dos leões. Não é verdade? O rei respondeu: — É verdade, e a ordem deve ser obedecida. De acordo com a lei dos medos e dos persas, ela não pode ser anulada. Aí eles disseram ao rei: — Mas Daniel, um dos prisioneiros que vieram da terra de Judá, não respeita o senhor, nem se importa com a ordem, pois ora ao Deus dele três vezes por dia. Ao ouvir isso, o rei ficou muito triste e resolveu salvar Daniel. Até o pôr-do-sol daquele dia, ele fez tudo o que pôde para salvá-lo. Os inimigos de Daniel foram falar de novo com o rei e disseram: — O senhor sabe muito bem que, de acordo com a lei dos medos e dos persas, nenhuma ordem ou lei assinada pelo rei pode ser anulada. Então o rei mandou que trouxessem Daniel e o jogassem na cova dos leões. E o rei disse a Daniel: — Espero que o seu Deus, a quem você serve com tanta dedicação, o salve. Trouxeram uma pedra e com ela taparam a boca da cova. O rei selou a pedra com o seu próprio anel e com o anel das altas autoridades do reino, para que, mesmo no caso de Daniel, a lei fosse cumprida ao pé da letra. O rei voltou para o palácio, mas não comeu nada, nem se divertiu como de costume. E naquela noite não pôde dormir. De manhã, cedinho, ele se levantou e foi depressa até a cova dos leões. Ali, com voz muito triste, ele disse: — Daniel, servo do Deus vivo! Será que o seu Deus, a quem você serve com tanta dedicação, conseguiu salvá-lo dos leões? Daniel respondeu: — Que o rei viva para sempre! O meu Deus mandou o seu Anjo, e este fechou a boca dos leões para que não me ferissem. Pois Deus sabe que não fiz nada contra ele. E também não cometi nenhum crime contra o senhor. O rei, muito alegre, mandou que tirassem Daniel da cova. Assim ele foi tirado, e viram que nenhum mal havia acontecido com ele, pois havia confiado em Deus. Em seguida, o rei mandou que trouxessem os homens que tinham acusado Daniel. Todos eles, junto com as suas mulheres e os seus filhos, foram jogados na cova. E, antes mesmo de chegarem ao fundo, os leões os atacaram e os despedaçaram. Então o rei Dario escreveu uma carta para os povos de todas as nações, raças e línguas do mundo. A carta dizia o seguinte: “Felicidade e paz para todos! Eu ordeno que todas as pessoas do meu reino respeitem e honrem o Deus que Daniel adora. Pois ele é o Deus vivo, que vive para sempre. O seu reino nunca será destruído; o seu poder nunca terá fim. Ele socorre e salva; no céu e na terra, ele faz milagres e maravilhas. Foi ele quem salvou Daniel, livrando-o das garras dos leões.” E Daniel continuou a ser uma alta autoridade no governo durante o reinado de Dario e depois durante o reinado de Ciro, da Pérsia.
Na cova dos leões
Daniel caiu na cilada preparada pelos inimigos, mas ele não sucumbiu. O rei deu ordem para que então o homem de Deus fosse executado na cova dos leões, mas não nos assustamos com isso, pois como sabemos, essa que é uma história bíblica clássica tem um final feliz e abençoado. Os leões não fazem mal algum e os inimigos de Daniel é que são executados posteriormente.
Depois disso tudo, o próprio rei escreve numa carta uma mensagem que honra a Deus, honra seu servo Daniel e edifica a nossa fé. “Pois ele é o Deus vivo, que vive para sempre. O seu reino nunca será destruído; o seu poder nunca terá fim. Ele socorre e salva; no céu e na terra, ele faz milagres e maravilhas.”
A consagração, esforço, disciplina e fé de Daniel e seus amigos são recompensados, mas muito mais do que livramento, Deus preservou os seus servos para que pudessem ser testemunhas vivas do seu poder e majestade. Mais adiante, no capítulo 9 Daniel será o instrumento de Deus para dar início do retorno do exílio declarando para o rei Ciro que os 70 anos de cativeiro haviam chegado ao fim.
Deus tem propósitos para as nossas vidas, apenas mantenhamos uma vida consagrada e dedicada ao Senhor. “Portanto, queridos irmãos, continuem fortes e firmes. Continuem ocupados no trabalho do Senhor, pois vocês sabem que todo o seu esforço nesse trabalho sempre traz proveito.” (I Co 15.58).

 

O HÁBITO DA ORAÇÃO

JEJUM DOS 21 DIAS – VIGÉSIMO DIA
Daniel 6.6-10;
Então foram todos juntos falar com o rei e disseram: — Que o rei Dario viva para sempre! Todos nós que ocupamos posições de autoridade no reino, isto é, os ministros, os governadores, os prefeitos e as outras autoridades, nos reunimos e concordamos em pedir ao senhor que dê uma ordem que não poderá ser desobedecida. Ordene que durante trinta dias todos façam os seus pedidos somente ao senhor. Se durante esse tempo alguém fizer um pedido a qualquer deus ou a qualquer outro homem, essa pessoa será jogada na cova dos leões. Portanto, ó rei, dê a ordem e a assine a fim de que não possa ser anulada. De acordo com a lei dos medos e dos persas, essa ordem não poderá ser anulada. O rei concordou; assinou a ordem e mandou que fosse publicada. Quando Daniel soube que o rei tinha assinado a ordem, voltou para casa. No andar de cima havia um quarto com janelas que davam para Jerusalém. Daniel abriu as janelas, ajoelhou-se e orou, dando graças ao seu Deus. Ele costumava fazer isso três vezes por dia.
O hábito da oração
Muitas vezes ouvimos falar de Daniel como um homem de jejum, mas acima disso, ele foi um homem de oração. Muitas vezes vemos Daniel orando, mas nesse momento no capítulo 6, vemos uma demonstração de como a sua rotina era eficaz.
O rei Dario entrou numa cilada, muito parecida com aquela que levou Nabucodonosor a erguer uma estátua em homenagem a si mesmo. Seus conselheiros (armando uma cilada para Daniel) lhe propuseram editar um decreto que ordenasse a todas as pessoas do reino que fizessem pedidos somente ao rei, fazendo dele uma espécie de divindade. O rei gostou da ideia e assinou o decreto e selou com o seu anel.
Logo que Daniel ficou sabendo desse decreto, foi para a sua casa e COMO DE COSTUME orava três vezes ao dia, com o rosto voltado em direção à Jerusalém. Ele não fez isso para provocar, ou para propor um duelo. Daniel orava clamando a manifestação do Reino de Deus a respeito do qual ele mesmo profetizara.
Estamos no penúltimo dia do nosso propósito de consagração associando o jejum à oração, mas que tenhamos em nossos corações o desejo de termos a oração como um estilo de vida. Hábitos não são construídos da noite para o dia, portanto continuemos de maneira firme, constante e sincera diante do Senhor em oração.

 

 

 

sexta-feira, 24 de maio de 2013

IRREPREENSÍVEL

VINTE UM DIAS DE JEJUM – DÉCIMO NONO DIA
Daniel 6.1-4;
O rei Dario resolveu dividir o país em cento e vinte províncias e escolher cento e vinte homens para governá-las. A fim de que tudo corresse bem, e não houvesse prejuízo, o rei nomeou três ministros para controlarem os cento e vinte governadores. Um desses ministros era Daniel, e ele mostrou logo que era mais competente do que os outros ministros e governadores. Ele tinha tanta capacidade, que o rei pensou em colocá-lo como a mais alta autoridade do reino. Aí os outros ministros e os governadores procuraram achar um motivo para acusar Daniel de ser mau administrador, mas não encontraram. Daniel era honesto e direito, e ninguém podia acusá-lo de ter feito qualquer coisa errada.
Irrepreensível
Agora estamos na fase em que Dario, rei dos Medos assume o trono conquistando a Babilônia. Ele deixa três grandes autoridades sobre o reino e Daniel é um deles, mas logo Daniel se destaca pela competência. Sua qualificação e capacidade eram superiores do que dos demais líderes e isso gerou ciúmes.
Nossa reflexão neste dia, porém, não está focada nas habilidades e dons que Deus dera ao profeta, mas no caráter aprovado. Quando Paulo escreve a Tito, ele diz que o ministro do Senhor precisa irrepreensível e Daniel foi assim.
É muito natural que em nosso meio destaquemos as pessoas com grande qualificação e dons, no entanto, Deus será glorificado quando agirmos com um caráter aprovado, semelhante ao de Jesus. Ninguém podia acusar Daniel, os acusadores de Jesus também não lograram êxito e que seja assim conosco também. Amém!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

ERROS CONSCIENTES

VINTE E UM DIAS DE JEJUM – DÉCIMO OITAVO DIA
Daniel 5.13-31;
Levaram Daniel até a presença do rei, e este perguntou: — Você é mesmo aquele Daniel, um dos judeus que o meu pai, o rei Nabucodonosor, trouxe de Judá como prisioneiros? Já me disseram que o espírito dos deuses está em você e que você pensa com muita clareza e é muito inteligente e sábio. Há pouco, estiveram aqui os sábios e os astrólogos, que eu mandei chamar para que lessem as palavras que estão escritas na parede e me explicassem o que elas querem dizer. Porém eles não puderam dar nenhuma explicação. Mas alguém me disse que você pode explicar mistérios e resolver assuntos difíceis. Portanto, se você puder ler o que está escrito e me explicar o que quer dizer, você será vestido com roupas de púrpura, receberá uma corrente de ouro para pôr no pescoço e será a terceira autoridade mais importante do meu reino. Daniel respondeu: — O senhor pode ficar com os seus presentes ou então dá-los a outra pessoa. Mesmo assim, eu vou ler as palavras que estão escritas na parede e vou explicar ao senhor o que elas querem dizer. Ó rei, o Deus Altíssimo deu o reino ao seu pai, o rei Nabucodonosor, e lhe deu também poder, glória e majestade. O poder que Deus lhe deu era tão grande, que todos os povos do mundo tremiam de medo na presença dele. Se ele queria, matava uma pessoa; ou, se queria, deixava que vivesse. Elevava uns e rebaixava outros. Mas ele ficou tão vaidoso, tão teimoso e tão cheio de si, que foi derrubado do poder e perdeu toda a sua glória. Foi expulso do meio dos seres humanos, perdeu o juízo e agia como um animal. Morava com jumentos selvagens, comia capim como os bois e dormia ao ar livre, ficando molhado pelo sereno. Isso durou até que ele reconheceu que o Deus Altíssimo domina todos os reinos do mundo e coloca como rei quem ele quer. — E o senhor, ó rei Belsazar, filho de Nabucodonosor, sabia de tudo isso, mas mesmo assim não tem sido humilde. Pelo contrário, o senhor desafiou o Rei do céu e mandou trazer os copos que foram tirados do Templo dele, a fim de que o senhor, os seus convidados de honra, as suas mulheres e as suas concubinas bebessem vinho neles. Além disso, o senhor deu louvores a deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra, que não vêem, não ouvem e não sabem nada. Mas o senhor não deu glória a Deus, aquele que tem o poder de matar ou de deixar viver e que decide tudo o que acontece com o senhor. É por isso que ele mandou essa mão escrever na parede estas palavras: “Mene, Mene, Tequel e Parsim”. — E agora a explicação. Mene quer dizer que Deus contou o número dos dias do reinado do senhor e resolveu terminá-lo. Tequel quer dizer que o senhor foi pesado na balança e pesou muito pouco. Peres quer dizer que o seu reino será dividido e entregue aos medos e aos persas. Aí o rei Belsazar mandou que vestissem Daniel com roupas de púrpura, pusessem uma corrente de ouro no seu pescoço e anunciassem que dali em diante ele seria a terceira autoridade mais importante do Reino da Babilônia. Naquela mesma noite, Belsazar, o rei da Babilônia, foi morto, e Dario, o rei do país da Média, que tinha sessenta e dois anos de idade, começou a reinar no seu lugar.
Erros conscientes
O profeta Daniel foi chamado para decifrar o enigma da mão que surge e escreve palavras estranhas na parece do salão enquanto a festa acontecia. O profeta faz um pequeno histórico do que havia acontecido na Babilônia e confronta o filho de Nabucodonosor dizendo que ele conhecia a experiência do seu pai, mesmo assim, não foi humilde.
O rei Belsazar é acusado de desafiar o Rei do céu, mandando buscar os objetos do templo de Salomão para beber neles durante a festa e essa atitude foi a gota que completou a taça da ira de Deus que decreta Sua justiça. O reino vai acabar, a avaliação mostrou que o rei era injusto e outro rei tomará o seu lugar. Foram palavras duríssimas, e o que faz o rei? Como é normal de um bêbado, continua a vida como se nada tivesse acontecido. Dá continuidade à cerimônia para agradecer o profeta Daniel e dá uma ordem como se a vida fosse continuar da mesma maneira, contudo, tudo acaba na mesma noite.
A Palavra de Deus nos ordena a “andar de acordo com o que já alcançamos” (Fl 3.16) e esse é um grande desafio para os cristãos. Precisamos ser íntegros diante daquilo que já nos foi revelado.  Consideremos a bondade e a severidade de Deus (Rm 11.22).

 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

NINGUÉM ZOMBA DE DEUS

VINTE E UM DIAS DE JEJUM – DÉCIMO SÉTIMO DIA
Daniel 5.1-12;
Certa noite, o rei Belsazar, da Babilônia, deu um banquete, convidou mil autoridades do país e começou a beber vinho com os convidados. Depois de beber bastante, mandou que trouxessem os copos de ouro e de prata que Nabucodonosor, o seu pai, havia tirado do Templo de Jerusalém. Belsazar queria os copos para que ele, os seus convidados de honra, as suas mulheres e as suas concubinas os usassem para beber vinho. Trouxeram os copos de ouro e todos começaram a beber vinho neles e a louvar os deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra. De repente, apareceu a mão de um homem e ela começou a escrever na parede branca do salão do banquete, num lugar iluminado pela luz do candelabro. Ao ver a mão, o rei não sabia o que pensar; ficou pálido de medo e começou a tremer da cabeça aos pés. Depois, gritando, ordenou que chamassem os adivinhos, os sábios e os astrólogos. Logo que eles chegaram, Belsazar disse: — Aquele que ler o que está escrito na parede e me explicar o que quer dizer será vestido com roupas de púrpura, receberá uma corrente de ouro para pôr no pescoço e será a terceira autoridade mais importante no meu reino. Todos os sábios entraram no salão, mas nenhum deles pôde ler o que estava escrito na parede, nem explicar ao rei o que aquilo queria dizer. O rei se assustou ainda mais, e o seu rosto ficou mais pálido ainda. E nenhuma das altas autoridades sabia o que fazer. Então a rainha-mãe, que tinha ouvido os gritos do rei e dos seus convidados de honra, entrou no salão e disse ao rei: — Que o rei viva para sempre! Não se assuste, nem fique pálido assim, pois aqui no seu reino há um homem que tem o espírito dos santos deuses. Quando Nabucodonosor, o seu pai, era rei, esse homem provou que era ajuizado, inteligente e sábio, tão sábio como os deuses. E o rei Nabucodonosor pôs esse homem como chefe dos sábios, adivinhos, feiticeiros e astrólogos. Pois Daniel, esse homem a quem o rei deu o nome de Beltessazar, pensa com muita clareza; ele é sábio e inteligente e pode interpretar sonhos, explicar coisas misteriosas e resolver assuntos difíceis. Portanto, chame Daniel, e ele explicará o que está escrito na parede.
Ninguém Zomba de Deus (Gl 6.7)
A tendência natural do homem de não aprender com os erros do passado também foi realidade na vida de Belsazar, filho de Nabucodonosor, rei da Babilônia. No tempo do seu reinado, Daniel continuava morando na Babilônia, mas ao que o texto indica, não tinha posição de autoridade durante sua gestão.
Ele não aprendeu a temer a Deus e adorava deuses feitos por mãos humanas, e tudo o que satanás quer é escarnecer de Deus. Numa festa especial todos se alegravam celebrando a vida e com uma inspiração diabólica, Belsazar resolveu beber vinho nas taças de ouro tiradas do templo de Jerusalém que tinham trazido como despojo de guerra. Durante a bebedeira Deus manifesta o seu juízo e o rei treme de medo.
Na vida espiritual, não existe neutralidade. Ou as pessoas servem a Deus, ou na sua ignorância são levadas a servir ao inimigo e a continuidade no processo de afastamento leva às pessoas a sentarem-se na roda dos escarnecedores. Diante dessa realidade, é urgente a necessidade de proclamação de Gálatas 6.7; Ninguém zomba de Deus.

 

terça-feira, 21 de maio de 2013

OLHANDO PARA O CÉU

JEJUM DOS 21 DIAS – DÉCIMO SEXTO DIA
Daniel 4.34-37;
O rei disse: — Depois de passados os sete anos, eu olhei para o céu, e o meu juízo voltou. Aí agradeci ao Deus Altíssimo e dei louvor e glória àquele que vive para sempre. Eu disse: “O poder do Altíssimo é eterno; o seu reino não terá fim. Para ele, os seres humanos não têm nenhum valor; ele governa todos os anjos do céu e todos os moradores da terra. Não há ninguém que possa impedi-lo de fazer o que quer; não há ninguém que possa obrigá-lo a explicar o que faz.” — Logo que o meu juízo voltou — continuou Nabucodonosor —, eu recebi outra vez a minha honra, a minha majestade e a glória do meu reino. Os meus conselheiros e as altas autoridades do meu governo me receberam de volta. Fui rei de novo, com mais poder do que antes. Portanto, eu, o rei Nabucodonosor, agradeço ao Rei do céu e lhe dou louvor e glória. Tudo o que ele faz é certo e justo, e ele pode humilhar qualquer pessoa orgulhosa.
Olhando para o Céu
Foi nesse momento que a sanidade do rei voltou, foi curado, ficou saudável e racional. Muitas vezes essa experiência tem acontecido com pessoas que não reconhecem Deus e Sua graça até que fiquem parados num leito de enfermidade e ali, na horizontal, olhando para cima reconhecem que existe um criador.
A arrogância e o orgulho do rei o levaram à ruina, mas olhar para o céu trouxe o juízo de volta. A oração de adoração agora é muito diferente daquela feita nos lugares altos da Babilônia sete anos antes. Aquele que dizia que era grande, poderoso e admirável, agora inclina-se diante do Senhor dos senhores e reconhece seu poder, soberania e majestade.
É maravilhoso ver a restituição que o Senhor promove na vida de pessoas arrependidas. Olhemos para cima irmãos e irmãs, voltemos para o Senhor que é pronto para perdoar e confiemos nas suas misericórdias que restauram a vida do seu povo.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

ADVERTÊNCIA

JEJUM DOS 21 DIAS – DÉCIMO QUINTO DIA
Daniel 4.19-33;
Ao ouvir isso, Daniel, também conhecido como Beltessazar, ficou espantado e por alguns instantes não sabia o que pensar. O rei lhe disse: — Beltessazar, não se preocupe com o sonho nem com o que ele quer dizer. Mas Daniel respondeu: — Ó rei, quem dera que o sonho e a sua mensagem não fossem a respeito do senhor, mas a respeito dos seus inimigos! O senhor viu uma árvore que cresceu e cresceu até tocar o céu e que era tão grande, que podia ser vista de qualquer lugar do mundo. As suas folhas eram belas, e ela dava tantas frutas, que o mundo todo podia se alimentar delas. Animais selvagens descansavam na sombra da árvore, e as aves faziam ninhos nos seus galhos. — Aquela árvore, ó rei, é o senhor. Pois o senhor se tornou poderoso, e o seu poder aumentou tanto, que chegou até o céu, e o seu domínio se estendeu pelo mundo inteiro. E o senhor viu também um anjo-vigia descendo do céu e dizendo: “Derrubem a árvore e quebrem todos os seus galhos, mas deixem ficar o toco e as suas raízes e o amarrem com correntes de ferro e de bronze, para que fique no meio do capim bravo, no campo. Assim o sereno cairá sobre esse homem, e ele terá de comer o que os animais comem. Sete anos ele viverá assim.” E Daniel continuou: — E agora vou dar a explicação. Este sonho trata da sentença do Deus Altíssimo contra o senhor, ó rei. O senhor será expulso do meio dos seres humanos e ficará morando com os animais selvagens. O senhor comerá capim como os bois, dormirá ao ar livre e ficará molhado pelo sereno. Isso durará sete anos, até que o senhor reconheça que o Deus Altíssimo domina todos os reinos do mundo e coloca como rei o homem que ele quer. A ordem do anjo para que deixassem ficar o toco da árvore com as raízes quer dizer que o senhor será rei de novo, mas só quando confessar que Deus domina o mundo inteiro. Ó rei, aceite o meu conselho. Deixe de pecar e faça o que é certo; acabe com as suas maldades e ajude os pobres. Assim talvez o senhor possa continuar a viver em paz e felicidade. E, de fato, tudo isso aconteceu com o rei Nabucodonosor. Doze meses mais tarde, ele estava passeando no terraço do seu palácio na cidade de Babilônia e disse: — Como é grande a cidade de Babilônia! Com o meu grande poder, eu a construí para ser a capital do meu reino, a fim de mostrar a todos a minha grandeza e a minha glória. O rei ainda estava falando quando veio uma voz do céu, que disse: — Preste atenção, rei Nabucodonosor! Este reino não é mais seu. Você será expulso do meio dos seres humanos, ficará morando com os animais selvagens e comerá capim como os bois. Isso durará sete anos, até que você reconheça que o Deus Altíssimo domina todos os reinos do mundo e coloca como rei quem ele quer. Naquele mesmo instante, cumpriu-se a sentença contra Nabucodonosor. Ele foi expulso do meio dos seres humanos e começou a comer capim como os bois. Dormia ao ar livre e ficava molhado pelo sereno. O seu cabelo ficou comprido, parecido com penas de águia, e as suas unhas cresceram tanto, que pareciam garras de um gavião.
Advertência
Toda a vez que Deus revela Sua vontade, Ele o faz para renovar sobre a criação a oportunidade de arrependimento. A profecia era uma advertência e o profeta Daniel faz a sua aplicação: “Deixe de pecar e faça o que é certo”.
A arrogância dos orgulhosos não prevalece diante da soberania do Senhor e num ápice de admiração de si mesmo o veredito de juízo foi estabelecido. O rei ficou fora de si e por sete anos perdeu se lugar de honra e autoridade.
Olhemos para este exemplo e avaliemos nossa vida diante do Senhor, pois muitas vezes ele nos dá a oportunidade de voltarmos para ele em arrependimento. Reconheçamos que temos diante de nós a tolerância de Deus, mas reconheçamos também a Sua justiça sobre todos.

 

domingo, 19 de maio de 2013

JUÍZO

JEJUM DOS 21 DIAS – DÉCIMO QUARTO DIA
Daniel 4.1-18;
O rei Nabucodonosor mandou aos povos de todas as nações, raças e línguas a seguinte mensagem: — Felicidade e paz para todos! Quero que todos saibam dos maravilhosos milagres que o Deus Altíssimo fez em meu favor. Grandes são os seus milagres, e as coisas que ele fez são espantosas! Pois ele é o Rei eterno e reinará para sempre. E continuou: — Eu, Nabucodonosor, vivia sossegado no meu palácio, e tudo ia muito bem. Mas certa noite tive um sonho que me deixou preocupado. Enquanto dormia, idéias e visões horrorosas tomaram conta de mim. Por isso, mandei chamar todos os sábios da Babilônia, para que eles me explicassem o sonho. Vieram então os sábios, os adivinhos, os astrólogos e os feiticeiros, e eu lhes contei o sonho, mas nenhum deles pôde explicá-lo. Finalmente, apresentou-se Daniel, conhecido também como Beltessazar, nome que recebeu em honra do meu deus. O espírito dos santos deuses está nele, e por isso eu lhe contei o meu sonho. Eu disse: “Beltessazar, chefe dos adivinhos, eu sei que o espírito dos santos deuses está em você e que não há mistério que você não possa explicar. Por isso vou lhe contar o sonho e quero que você explique o que ele quer dizer. Eu estava deitado na cama e, de repente, tive uma visão. Nela vi uma árvore muito alta, plantada no centro da terra. A árvore cresceu e cresceu até tocar o céu e era tão grande, que podia ser vista de qualquer lugar do mundo. As suas folhas eram belas, e ela dava tantas frutas, que o mundo todo podia se alimentar delas. Animais selvagens descansavam na sombra da árvore, as aves faziam ninhos nos seus galhos, e todos os seres vivos se alimentavam das suas frutas. Eu ainda estava sonhando, quando, de repente, vi um anjo-vigia que descia do céu e dizia em voz muito alta: ‘Derrubem a árvore, cortem os seus galhos, tirem as folhas e joguem fora as frutas. Espantem os animais que estão descansando na sua sombra e as aves que estão nos seus galhos. Mas deixem ficar o toco e as suas raízes e o amarrem com correntes de ferro e de bronze, no meio do capim bravo, no campo. Assim o sereno cairá sobre esse toco — esse homem —, e ele comerá capim como os animais. Ele perderá o juízo e começará a pensar como animal; sete anos viverá assim. Esta é a sentença dada pelos anjos, pelos anjos-vigias do céu, a fim de que todos saibam que o Deus Altíssimo domina todos os reinos do mundo. Ele dá esses reinos a quem quer, mesmo ao mais humilde de todos os homens.’ ” E Nabucodonosor terminou, dizendo: — Foi esse o sonho que eu tive, e nenhum dos meus sábios pôde me explicar o que ele quer dizer. Mas você, Beltessazar, pode dar a explicação porque o espírito dos santos deuses está em você. Portanto, explique o que o sonho quer dizer.
Juízo
Neste capítulo temos mais um sonho e sobre ele meditaremos nos próximos três dias. No início do capítulo o rei está adorando a Deus e reconhecendo Sua soberania. Note que estes três primeiros versos já são do tempo em que o rei já tinha sido restaurado da sua loucura e então ele mesmo nos conta o que aconteceu.
Ele vivia sossegado e tudo ia muito bem, até que um dia teve um sonho de uma grande árvore que foi cortada. Por causa desse sonho, o rei ficou muito perturbado e pediu que os sábios interpretassem o seu significado e como não houve alguém que pudesse dar o seu sentido, chamaram Daniel.
O sonho era o anúncio de um evidente juízo e os estudiosos não conseguiram discernir e mais uma vez nossa atenção se volta para a preparação do profeta. Ele estava preparado para responder ao rei e anunciar-lhe a vontade do Senhor. Nossa lição não é nova, mas é muito preciosa. Sempre que uma oportunidade ou necessidade aparecem, não nos permitem tempo para a preparação. Ou estamos prontos ou não seremos úteis.
Que o Senhor nos abençoe em nossa diligente consagração e preparo para que estejamos prontos no dia em que formos questionados a respeito dos sinais do Senhor. Aproveite esse dia para ler, orar e compartilhar o que Deus tem feito.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

NINGUÉM É COMO O NOSSO DEUS

JEJUM DOS 21 DIAS – DÉCIMO TERCEIRO DIA
Daniel 3.19-30;
Ao ouvir isso, Nabucodonosor ficou furioso com os três jovens e, vermelho de raiva, mandou que se esquentasse a fornalha sete vezes mais do que de costume. Depois, mandou que os seus soldados mais fortes amarrassem Sadraque, Mesaque e Abede-Nego e os jogassem na fornalha. Os três jovens, completamente vestidos com os seus mantos, capas, chapéus e todas as outras roupas, foram amarrados e jogados na fornalha. A ordem do rei tinha sido cumprida, e a fornalha estava mais quente do que nunca; por isso, as labaredas mataram os soldados que jogaram os três jovens lá dentro. E, amarrados, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego caíram na fornalha. De repente, Nabucodonosor se levantou e perguntou, muito espantado, aos seus conselheiros: — Não foram três os homens que amarramos e jogamos na fornalha? — Sim, senhor! — responderam eles. — Como é, então, que estou vendo quatro homens andando soltos na fornalha? — perguntou o rei. — Eles estão passeando lá dentro, sem sofrerem nada. E o quarto homem parece um anjo. Aí o rei chegou perto da porta da fornalha e gritou: — Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, servos do Deus Altíssimo, saiam daí e venham cá! Os três saíram da fornalha, e todas as autoridades que estavam ali chegaram perto deles e viram que o fogo não havia feito nenhum mal a eles. As labaredas não tinham chamuscado nem um cabelo da sua cabeça, as suas roupas não estavam queimadas, e eles não estavam com cheiro de fumaça. O rei gritou: — Que o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego seja louvado! Ele enviou o seu Anjo e salvou os seus servos, que confiam nele. Eles não cumpriram a minha ordem; pelo contrário, escolheram morrer em vez de se ajoelhar e adorar um deus que não era o deles. Por isso, ordeno que qualquer pessoa, seja qual for a sua raça, nação ou língua, que insultar o nome do Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego seja cortada em pedaços e que a sua casa seja completamente arrasada. Pois não há outro Deus que possa salvar como este. Então o rei Nabucodonosor colocou os três jovens em cargos ainda mais importantes na província da Babilônia.
Ninguém é como o nosso Deus
As Palavras de Nabucodonosor foram: “Pois não há outro Deus que possa salvar como este”. Parece uma declaração de novo convertido, gente de igreja, pessoas que amam e temem a Deus, mas não, foi uma afirmação de um governante ímpio que ainda não temia ao Senhor.
Declarada a firme convicção dos três amigos de não se prostrarem diante da estátua do rei, a execução era inevitável. De tanta ira, o rei ficou vermelho e ordenou um superaquecimento na fornalha onde seriam executados, mas Deus operou um grande livramento. Não havia sequer cheiro de fumaça. O fogo queimou uma coisa apenas: as amarras que os prendiam quando foram lançados na fornalha.
Não quero neste dia comparar a fornalha com as nossas aflições cotidianas, quero, porém destacar que a manifestação da presença de Deus é tão poderosa que neutraliza o poder do fogo. Que a busca pela presença do Senhor seja nossa grande paixão. Nabucodonosor estava certo nesta hora: ninguém é como o nosso Deus, ele é incomparável. Aleluia!